Jun 2, 2026
Launched during IETA’s Latin America Climate Summit (LACS 2026) in Monterrey, Mexico, IETA's Brazil Initiative released a new working paper, Carbon Market Frameworks for Brazil 2.0.
Developed in partnership with EOS Consulting, the paper builds on previous IETA Brazil Initiative research and presents a quantitative assessment of four potential pathways for integrating Brazil’s Emissions Trading System (SBCE), voluntary carbon markets, and Article 6 mechanisms under the Paris Agreement.
The analysis explores the macroeconomic, environmental, and social impacts of different carbon market design approaches for Brazil, including a new hybrid scenario - Pathway 4 - combining industrial decarbonisation and nature-based solutions under a safeguarded Article 6 engagement framework.
The paper highlights how strategic engagement with international carbon markets could help Brazil attract investment, support hard-to-abate sectors, expand nature-based solutions, strengthen climate ambition, and contribute to the cost-effective achievement of the country’s NDC.
The report also explores key considerations related to market integrity, corresponding adjustments, ITMO authorisation, domestic mitigation retention, and long-term carbon market governance.
Read the working paper here.
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Frameworks de Mercados de Carbono para o Brasil 2.0
Lançado durante a Latin America Climate Summit (LACS 2026) da IETA, em Monterrey, México, a Iniciativa Brasil da IETA divulgou um novo working paper, Frameworks de Mercados de Carbono para o Brasil 2.0.
Desenvolvido em parceria com a EOS Consulting, o documento dá continuidade às pesquisas anteriores da Iniciativa IETA Brasil e apresenta uma avaliação quantitativa de quatro potenciais caminhos para integrar o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), os mercados voluntários de carbono e os mecanismos do Artigo 6 do Acordo de Paris.
A análise explora os impactos macroeconômicos, ambientais e sociais de diferentes abordagens de desenho de mercados de carbono para o Brasil, incluindo um novo cenário híbrido denominado Caminho 4, que combina descarbonização industrial e soluções baseadas na natureza sob uma estrutura conservadora de engajamento com o Artigo 6.
O documento destaca como um engajamento estratégico com os mercados internacionais de carbono pode ajudar o Brasil a atrair investimentos, apoiar setores de difícil descarbonização, expandir soluções baseadas na natureza, fortalecer a ambição climática e contribuir para o cumprimento custo-efetivo da NDC do país.
O relatório também explora questões-chave relacionadas à integridade de mercado, ajustes correspondentes, autorização de ITMOs, retenção doméstica de mitigação e governança de longo prazo dos mercados de carbono.
Leia o documento de trabalho aqui.